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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Educação. Palmada

Continuação...
A educação não deve ser confundida com agressão, e ainda assim a educação deve ser controlada, comedida e jamais, jamais mesmo, deve extrapolar; Já a agressão nunca deveria ocorrer e caso ocorra deve ser punida legal e penalmente, pois ninguém deve sofrer maus-tratos, principalmente crianças que são seres em constante descoberta e precisam saber amar, cuidar, dar e receber carinho, ser educado, saber também, que o mundo tem regras, para no futuro serem adultos seguros, felizes e realizados.
É uma grande responsabilidade ter um filho, logo, o governo deveria intensificar o controle (meios anticoncepcionais) para impedir, que muitas pessoas despreparadas tenham filhos, pois filho é algo muito importante, muito maravilhoso e que merece tudo do melhor, dentro das possibilidades, inclusive boa educação, alimentação e saúde.
O governo quer controlar a educação de nossos filhos dentro de nossas casas, sendo que não controla a educação pública, assim como a saúde e a cultura (que é de difícil acesso aos menos favorecidos). Observe os países que aderiram a essa “Lei”, eles têm boas escolas, saúde pública de qualidade e cultura acessível, assim como acesso das crianças às atividades interessantes (esporte, lazer e recreação). O Governo quer tirar de si à responsabilidade por essa sociedade descontrolada, e o foco de seu descaso, quando, na realidade, deveria oferecer às famílias condições de educar e cuidar de seus filhos com qualidade.
Amo meu filho e não uso de palmadas, falo uma, duas, três vezes, explicando o porquê de não poder fazer determinada coisa, caso não funcione coloco sentado em sua poltrona. Acho essa a melhor maneira de corrigir, mas existem crianças diferentes, peraltas, que só com a “palmadinha” obedecem. Mas crianças não são robôs programados para obedecer, são seres questionadores e com razão, pois precisam aprender o certo, o errado, o bom, o ruim e os momentos certos de fazerem determinadas atividades. Portanto, nós pais devemos aprender também com nossos filhos. Sou a favor da não radicalização nem generalização.
“Pedimos paciência a Deus, e Ele nos da a oportunidade de sermos pacientes.”

Palmada, pode ou não

A “Lei contra palmadas” é exorbitante, na atual conjuntura do nosso país. Se olharmos bem os números de pais que extrapolam as “palmadinhas”, veremos que a grande maioria, não generalizando, são pais de classe social desfavorecida, que não podem pagar boas escolas e são obrigados a deixar a educação cultural e social de seus filhos nas mãos de um governo que não da base nem instrumentos para seus profissionais trabalharem otimizadamente. As escolas que deveriam auxiliar, sendo uma extensão do lar, tornaram-se o local onde as crianças, infelizmente, têm contato com marginais, drogas, chingamentos, (mas uma vez devo frisar a não generalização de nenhum de meus apontamentos). Do outro lado temos famílias de classe média à alta, que podem pagar boas escolas, que ensinam às crianças bons modos, a viver socialmente em harmonia, tirando dos pais, muitas vezes, a necessidade habitual de corrigi-los, (não tirando, de forma alguma, dos pais nem a autoridade nem a responsabilidade de educar seus filhos), já que as crianças formam conceitos positivos e de maneira gostosa aprendem o certo e o bom, e agem assim com prazer, mas, é claro que para isso é necessário um lar estruturado, com amor, atenção e cuidados.
Crianças são curiosas por natureza e de fato insistentes, às vezes é necessária a correção, pois do contrário, teríamos um número maior de acidentes domésticos, mais crianças tomando choque, queimando-se, ou até mesmo intoxicando-se com produtos ou remédios que nós pais temos em casa. Por maior que sejam nossos cuidados de armazenamento e organização em casa, acidentes podem acontecer, devemos corrigir para evitar futuros problemas, também nesse aspecto.
Continua....

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Eu sou eu

Busque sua felicidade dentro de seu coração, em sua vida, no seu mundo... Não tente se espelhar nos outros, pois o que é bom para mim provavelmente não será o melhor para você... E cada um faz seu caminho, conforme sua "próprias" escolhas... Eu sigo o meu caminho, a minha vida, da melhor maneira possível, conforme minhas possibilidades e opções... Assim consigo estar sempre tranquila e confiante de ter feito o melhor que sou capaz.
Eu sou eu, você é você...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Graça

Se nem as rosas são "toda flores", por que a vida deveria ser? Perderia a graça!!!